Herdeira do Fogo

5 de maio de 2019


Páginas: 516 |Editora: Galera Record |Autor: Sarah J Maas |Ano: 2015

Olá Leitores!

Se você leu os dois volumes anteriores de Trono de Vidro, está familiarizado sobre quem é Celaena Sardothien: a maior assassina de Adarlan. Porém em Herdeira do Fogo, Celaena não está mais em Adarlan e sim em Wendlyn, outro continente. Para quem leu o livro 2, sabe as revelações que foram expostas e quem verdadeiramente se esconde sob o nome de Celaena Sardothien.

Diante disso, ela é mandada a esse outro continente por seu antigo namorado Chaol. Lá ela fica diante do povo de sua própria ascendência: os feéricos. Até então não tínhamos nenhuma menção deles, pois foram exterminados pelo rei de Adarlan ou fugiram. Como a magia lá é banida, os feéricos e qualquer possuidor de magia não é bem vindo.


"É fácil crer em mentiras quando não se conhece nenhuma das vítimas pessoalmente."
Os feéricos são semelhantes à fadas, porém com vontades mais primitivas. Ao invés de se autodenominarem mulher e homem, eles se chamam de macho e fêmea. Celaena encontra parentes, e em especial sua tia Maeve, que a testa: meses sob treinamento em troca de respostas. Ao longo desse treinamento, o qual é feito sob as ordens do príncipe Rowan, ela aprende mais sobre si e sobre o que está buscando.

"Ela não conseguia se lembrar de como era ser livre." 
Mas o livro intercala entre Celaena e outros personagens. É nesse livro que adentra  diversos personagens incríveis. Aedion, Manon, Rowan, são uns dos que mais gosto. Sinto que até o livro 2, tudo o que aconteceu foi uma introdução para o que realmente estava por vir. A preparação da personagem Celaena. Até então sabíamos tão pouco sobre ela.
"Era a herdeira das cinzas e do fogo, e não se curvaria a ninguém."
E para uma assassina, simpatizamos muito com ela. Ela inicia Herdeira do Fogo extremamente acabada. Sua vida até então vem sendo uma cascata de coisas ruins, arrastando todos ao seu redor para dentro. Dorian e Chaol, também participam desses acontecimentos que se referem a ela e não saem ilesos. Todos sofreram algo.

O livro foi uma reconstrução fabulosa da personagem Calaena e de sua aceitação. Ela viveu sob diversos nomes, mas somente um importa. O seu nome verdadeiro, aquele que carrega toda carga que ela evita. Ao longo das páginas, diversas coisas são interligadas. Diversas perguntas respondidas e uma espécie de aviso para o que está por vir.


"Não seria preciso um monstro para destruir outro monstro, mas luz, luz para guiá-la e afastar a escuridão."
Mesmo relendo pela terceira vez, foi como se lesse pela primeira vez devido às emoções que senti. Essa é uma das minhas séries favoritas. Sinto que é justamente neste livro que as coisas são postas sobre a mesa e sabemos exatamente com o que os personagens estão lidando. E aqueles personagens? Não há como não se apegar. Lidamos com personagens que  não são necessariamente bonzinhos, mas que contribuem perfeitamente com a trama de modo eficiente.

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